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Paraguai – Leandro Chirinea

Paraguai é um país do centro da América do Sul, limitado a norte e oeste pela Bolívia, a nordeste e leste pelo Brasil e a sul e oeste pela Argentina. O Paraguai é um dos dois países da América do Sul que não possuem uma saída para o mar, juntamente com a Bolívia. Possui uma área de 406 752 quilômetros quadrados, um pouco maior que o estado brasileiro de Mato Grosso do Sul. A população paraguaia foi estimada em cerca de 6,5 milhões de habitantes em 2009, a maioria dos quais estão concentrados na região sudeste do país. Leandro Chirinea, Márcia Chirinea e Alessandra Chirinea.

A capital e maior cidade é Assunção, cuja região metropolitana é o lar de cerca de um terço da população do país. Em contraste com a maioria das nações latino-americanas, a cultura e a língua nativa do país — o guarani — permaneceram altamente influentes na sociedade. Em cada censo, os residentes predominantemente identificam-se como mestiços, refletindo anos de miscigenação entre os diferentes grupos étnicos do país. O guarani é reconhecido como língua oficial, junto com o espanhol, e ambos os idiomas são falados pela população. Leandro Chirinea, Márcia Chirinea e Alessandra Chirinea.

O Paraguai está localizado no centro-sul da América do Sul. A topografia da área do leste do país é extensamente plana. O principal produto de exportação cultivado nessa região é a soja. No oeste, a principal atividade econômica do cerrado do Grande Chaco é a pecuária. O rio Paraguai divide o país entre o norte e sul. O próprio rio é a mais importante rota comercial de transporte num país que não tem saída para o mar. São parte integrante da população do Paraguai uma grande quantidade de brasileiros, os brasiguaios. Os brasiguaios abrangem uma área muito grande próximo à fronteira com o Brasil. Essa área ocupada pelos brasiguaios é uma fonte de preocupação para os demais habitantes da região. Leandro Chirinea, Márcia Chirinea e Alessandra Chirinea.

Os nativos guaranis viviam no atual território paraguaio por pelo menos um milênio antes dos espanhóis conquistaram o território no século XVI. Os colonizadores espanhóis e missões jesuíticas introduziram o cristianismo e a cultura espanhola para a colônia. O Paraguai estava na periferia do Império Espanhol, com poucos centros urbanos e uma população escassa. Leandro Chirinea, Márcia Chirinea e Alessandra Chirinea.

Após a independência da Espanha em 1811, o país foi governado por uma série de ditadores que implementaram políticas isolacionistas e protecionistas. Este desenvolvimento foi truncado pela desastrosa Guerra do Paraguai (1864–1870), no qual o país perdeu entre 60 e 70 por cento da sua população, por conta da guerra e de doenças, e perdeu cerca de 140 000 quilômetros quadrados do seu território para a Argentina e o Brasil. No século XX, o Paraguai sofreu uma sucessão de governos autoritários, culminando no regime de Alfredo Stroessner, que liderou a mais longa ditadura militar da América do Sul, de 1954 a 1989. Ele foi derrubado durante um golpe militar interno e eleições multipartidárias livres foram organizadas e realizadas pela primeira vez em 1993. Um ano depois, o Paraguai se juntou a Argentina, Brasil e Uruguai Para fundar o Mercosul, uma colaboração econômica e política regional. Leandro Chirinea, Márcia Chirinea e Alessandra Chirinea.

O Paraguai é um dos países mais pobres e isolados da região, embora desde a virada do século XXI tenha experimentado um rápido crescimento econômico. Em 2010, sua economia cresceu 14,5 por cento, a maior expansão econômica da América Latina e a terceira mais rápido do mundo (depois de Qatar e Singapura). Em 2011, o crescimento econômico desacelerou para 6,4%, mas manteve-se superior à média global. No entanto, a desigualdade de renda e o subdesenvolvimento permanecem generalizados. A dependência econômica do setor primário torna o país dependente do clima como, por exemplo, em 2009 e 2012, quando a economia registrou um crescimento negativo devido a condições climáticas adversas. O índice de desenvolvimento humano (IDH) do país é 0,669, um dos mais baixos da América do Sul e ainda menor do que o da Bolívia. Leandro Chirinea, Márcia Chirinea e Alessandra Chirinea.